guerras mentais
- Tatiana Onoa

- 18 de abr. de 2025
- 1 min de leitura
Quais ciclos ainda temos em aberto? Que ajuda profissional pedimos? O quanto eu confio nas pessoas?
Tudo começa em nossas mentes de forma silenciosa, sem perceber que precisamos de ajuda. Quando me sentia irritado ou estressado por pequenas coisas, eu entendia que estava desenvolvendo fadiga e suor excessivo no meu corpo. Pouco depois, percebi que era ansiedade. Muitas pessoas me disseram para tomar remédios, mas o que me ajudou foi ser vulnerável com outras pessoas, mostrar minhas feridas aos outros, mostrar a parte imperfeita de mim, aquela que não é publicada no Instagram.
Quando entendi e vi um espaço seguro para ser eu mesma sem causar escândalo em um grupo de mulheres, entendi que não precisava mais fugir de nada, porque me sentia ouvida não só por esse grupo, mas também, e mais importante, por Deus. Lá eu entendi que não tinha mais condenação na minha mente, que tudo o que eu pensava e gerava estresse ou raiva, eu podia expressar em voz alta sem ser julgado.
No momento em que parei e abri meu coração para que outras pessoas pudessem entender minha situação, me senti acompanhada pela mão de Deus, compartilhando minhas batalhas espirituais com outros e demonstrando empatia ao dizer: "Você não está sozinho". Também passo por momentos de estresse, mau humor, frustração, mentiras e outras coisas.
Como está escrito, para ser perdoado por Deus, devo confessar aos outros o que passei também. Talvez minha personalidade seja fácil de compartilhar com várias pessoas, mas, entendi que para outros é difícil confessar e falar abertamente, porque têm medo de serem julgados ou de gerar algum escândalo.
Até a próxima
Tatiana



Comentários